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Anac: aeroportos com menos de 200 mil passageiros não precisarão manter caminhão de combate a incêndios

Anac: aeroportos com menos de 200 mil passageiros não precisarão manter caminhão de combate a incêndios

Pela regra atual, aeroportos sem caminhões só podem receber um voo semanal de grande porte. Agência afirma que, com a mudança, será possível desenvolver a aviação regional.

Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) decidiu nesta terça-feira (19) que os aeroportos com movimentação inferior a 200 mil passageiros por ano não precisarão manter caminhões de combate a incêndio para operar.

Pela regra atual, aeroportos sem carros de bombeiros só podem receber um voo semanal de grande porte ou até dois voos semanais de aeronaves de menor porte.

Pela proposta aprovada pela Anac, 44 novos aeroportos não terão mais a obrigação de operar com carros de bombeiros.

Na prática, com a decisão, essas unidades poderão ampliar o número de voos semanais sem serem obrigados a comprar um caminhão de combate a incêndio.

O novo regulamento da Anac prevê que os aeroportos terão até 180 dias para se adequar. Se a movimentação ultrapassar 200 mil passageiros por ano, terão de mudar de categoria.

Aviação regional

Relator da proposta da Anac, o diretor Ricardo Fenelon afirmou que, na avaliação dele, a mudança ajudará no desenvolvimento da aviação regional e permitirá investimentos em outras áreas, já que esses aeroportos não terão o gasto com o caminhão de combate a incêndio.

“Vai se criar incentivos para a expansão da aviação regional, uma vez que esses recursos podem ser direcionados a outros investimentos, gerando um aumento da segurança operacional”, afirmou Fenelon nesta terça.

De acordo com o diretor, o sistema de combate a incêndio custa, em média, R$ 20 por passageiro nos aeroportos com movimento inferior a 200 mil passageiros por ano.

Nos aeroportos maiores, com movimentação superior a 5 milhões de passageiros por ano, o custo é de R$ 0,58.

“Nessa comparação verifica-se a desproporção do aporte financeiro necessário para o provimento do serviço nos aeródromos de pequeno porte, o que dificulta a expansão da aviação em aeroportos regionais”, disse.

Fonte: G1

Laís Lis 19/12/2017

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